Quarta-feira, Novembro 09, 2005

Microcrédito



Tal como defendido no livro por nós editado, "Coimbra, o caminho que escolhemos", surge agora a aposta clara no Microcrédito. Só respostas como estas permitem que se criem mecanismos de apoio e incentivo ao Empreendedorismo. Para a JS/Coimbra este tipo de propostas terão de ser cada vez mais encorajadas para que a Economia Portuguesa seja relançada e os cidadãos convidados a investir.
O BCP (Banco responsável por esta iniciativa) anunciou que esta linha de Microcrédito será uma linha de negócio não rentável, mas que terá de sustentar-se a ela própria. De acordo com o BCP, esperam financiar cerca de três mil projectos em dois anos.
O presidente do Banco, Paulo Teixeira Pinto, agradeceu aos parceiros deste projecto - a Fundação Calouste Gulbenkian e a Caritas- , e falou da operação como "a componente que faltava na estratégia de responsabilidade social do banco", recordando que o Microcrédito se destina a pessoas e iniciativas que de outra forma não teriam acesso a crédito.
O máximo de crédito a conceder a cada projecto rondará os 15 mil euros e estes terão a duração máxima de quatro anos, com um período de carência (pagamento só dos juros do empréstimo) que pode ir até seis meses.
A JS/Coimbra louva este tipo de estratégias e faz suas as palavras do Ministro Teixiera dos Santos: "Parece-nos de realçar, que num momento em pedimos o esforço de todos para relançar a economia portuguesa, uma iniciativa que pode permitir a inserção ou reinserção de muitos portugueses na vida activa e na actividade produtiva".