Co-incineração em Coimbra

"A co-incineração de resíduos industriais perigosos vai ser realizada nas cimenteiras de Souselas e de Outão, na Arrábida, e estará a funcionar em pleno dentro de um ano, anunciou hoje o ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, durante a apresentação do relatório da Comissão Científica Independente, no Porto.
De acordo com o ministro, vai ser co-incinerada apenas uma fracção de dez a 20 por cento dos resíduos industriais, ou seja, aqueles que não poderão ser recuperados ou valorizados pelos CIRVER (Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Industriais Perigosos).
Caberá aos dois CIRVER - em fase de avaliação de impacte ambiental e previstos para a Chamusca - fazer a triagem dos resíduos a co-incinerar.
Nunes Correia revelou que os testes deverão começar dentro de três a seis meses, que até ao final do ano estará a ser co-incinerada a fracção de resíduos com um licenciamento mais expedito e que dentro de um ano a co-incineração estará a funcionar "em regime de cruzeiro".
"Este calendário coincide com o horizonte temporal para o funcionamento dos CIRVER", previsto para a Primavera de 2007, lembrou o ministro.
Baseando a política governamental para os resíduos industriais perigosos (RIP) nos dois CIRVER e na co-incineração, Nunes Correia considerou "absolutamente imperioso resolver o problema dos RIP em Portugal"."A co-incineração é hoje uma prática corrente, consagrada na Convenção de Basileia, alvo de directivas europeias e transposta para direito nacional. É uma prática realizada em cerca de 60 cimenteiras na Europa dos 15", declarou o ministro.Num discurso que também pretendeu ser tranquilizador, Nunes Correia garantiu que as "técnicas de hoje são absolutamente seguras" e que será realizado "um controlo transparente" do processo.
O ministro anunciou esta tarde no Porto os resultados da actualização do relatório de 2000 sobre queima de RIP, integrando novas tecnologias e a articulação com os CIRVER.
Em Portugal são produzidos todos os anos 250 mil toneladas de RIP." aqui
De acordo com o ministro, vai ser co-incinerada apenas uma fracção de dez a 20 por cento dos resíduos industriais, ou seja, aqueles que não poderão ser recuperados ou valorizados pelos CIRVER (Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Industriais Perigosos).
Caberá aos dois CIRVER - em fase de avaliação de impacte ambiental e previstos para a Chamusca - fazer a triagem dos resíduos a co-incinerar.
Nunes Correia revelou que os testes deverão começar dentro de três a seis meses, que até ao final do ano estará a ser co-incinerada a fracção de resíduos com um licenciamento mais expedito e que dentro de um ano a co-incineração estará a funcionar "em regime de cruzeiro".
"Este calendário coincide com o horizonte temporal para o funcionamento dos CIRVER", previsto para a Primavera de 2007, lembrou o ministro.
Baseando a política governamental para os resíduos industriais perigosos (RIP) nos dois CIRVER e na co-incineração, Nunes Correia considerou "absolutamente imperioso resolver o problema dos RIP em Portugal"."A co-incineração é hoje uma prática corrente, consagrada na Convenção de Basileia, alvo de directivas europeias e transposta para direito nacional. É uma prática realizada em cerca de 60 cimenteiras na Europa dos 15", declarou o ministro.Num discurso que também pretendeu ser tranquilizador, Nunes Correia garantiu que as "técnicas de hoje são absolutamente seguras" e que será realizado "um controlo transparente" do processo.
O ministro anunciou esta tarde no Porto os resultados da actualização do relatório de 2000 sobre queima de RIP, integrando novas tecnologias e a articulação com os CIRVER.
Em Portugal são produzidos todos os anos 250 mil toneladas de RIP." aqui
in Jornal Público, 03/03/2006

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