Estamos aqui pelas nossas ideias, pelas nossas convicções, com o único objectivo de fazer mais e melhor por Coimbra. Não viemos para a política de mãos a abanar. Trazemos connosco um projecto, um ideal de desenvolvimento para o concelho, que nós julgamos ser o caminho certo rumo à modernidade.
Segunda-feira, Janeiro 30, 2006
Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Parabéns MP3



Integrada no Movimento Nacional MP3 a Concelhia de Coimbra ergueu bem alto a bandeira da Solidariedade, da Tolerância e da Liberdade e gritou orgulhosamente pelo nome de Soares. De facto, mais uma vez a Concelhia de Coimbra não se bastou pelo contributo local e fez-se representar em grande número na Caravana Nacional que percorreu o país em apoio a Mário Soares.
Segunda-feira, Janeiro 23, 2006
Carta Aberta

Numa altura em que se generaliza o uso ao conceito de carta aberta, também não quis deixar de me dirigir a si dessa forma.
Quero agradecer-lhe. Por tudo o que fez antes e depois do 25 de Abril. Por ter sido secretário pessoal de Norton de Matos e também por ter estado do lado de Humberto Delgado. Por ter lutado no exílio pela Revolução dos Cravos. Pelo Vinte e Cinco de Novembro. Por ter evitado a bancarrota no nosso país, com as medidas de austeridade que tomou enquanto foi chefe de governo. Pela adesão à CEE logo em 1986, acontecimento em que foi preponderante a sua influência junto de "son ami Miterrand". Por ter dado uma visão moderadora do órgão de Presidente da República.
Mas quero, sobretudo, felicitá-lo. Por sempre defender acerrimamente aquilo em que acreditou toda a sua vida: o Socialismo Democrático, a fraternidade e a tolerância. Por estar sempre do lado do seu PS, apesar de, e ao contrário de outros que o negaram, já não ser seu dirigente há 20 anos. E, sobretudo, por ter dito que jamais se candidataria sem o apoio do Partido Socialista. Quando outros queriam esse apoio e embirraram só por não terem sido eles os escolhidos pelo nosso secretário-geral e primeiro-ministro de Portugal. Isso revelou, uma vez mais, a sua coluna vertebral.
Você é o maior estadista Português, pelo menos, dos últimos 50 anos. É isso que ficará na história.
Valeu a pena o sonho que você idealizou em 1973 na Alemanha. Esse sonho que tão bem está entregue nas mãos do nosso camarada José Sócrates. Não o deixemos cair nas mãos erradas.
Uma última palavra: fiz campanha por si nas ruas, nos mercados e nas feiras. Éramos poucos, bem sei. Os poucos de sempre que sempre aparecem quando as coisas estão em baixo. Ao contrário de muitos outros, eu prefiro estar com quem acredito nos momentos difíceis. Porque sei que nos fáceis eu não serei tão útil.
Foi uma honra ter estado do seu lado, Camarada Mário Soares.
Humberto José da Cruz Coelho
O povo não quis Soares

1. O Povo votou e expressou a sua vontade. Como sempre, respeito em absoluto a vontade popular traduzida pelo voto.
2. Os resultados foram contrários às minhas expectativas: o Dr. Cavaco Silva obteve, à primeira volta, a maioria absoluta.
3. Assumo a derrota, com o sentimento do dever cumprido, fair play democrático e o sentido das responsabilidades.
4. Resta-me felicitar o Dr. Cavaco Silva e desejar-lhe êxito no exercício da sua alta Magistratura. Para bem de Portugal.
5. Quero ainda agradecer a todos os que me apoiaram e em mim votaram. Aos dirigentes, parlamentares, militantes e eleitores do PS e, ao seu secretário-geral, José Sócrates, fraternalmente. Mas também aos inúmeros independentes e destacados membros de outros partidos que corajosamente me apoiaram.
6. Fiz uma campanha de proximidade com o Povo, a que pertenço. Tive também apoios altamente significativos em todos os sectores da vida nacional: figuras relevantes da Ciência, da Cultura, das Artes, das Letras, das Profissões Liberais, das Associações Sindicais e Empresariais.
7. Por isso, esta minha campanha marcará data e ficará – creio – como uma referência cívica para o futuro.
8. Foi uma campanha de muito alegria, participação e com a presença constante da Juventude, o MP 3. Agradeço especialmente a todos os jovens que me acompanharam.
9. Lançámos ideias novas e realizámos um combate cívico de que muito me honro, em defesa de grandes Causas e advertindo contra novos perigos.
10. Apesar da derrota sofrida – que não desejo minimizar, antes pelo contrário – essas ideias farão o seu caminho. Pelo que a vida me ensinou, este combate cívico não termina hoje. Em democracia, perdem-se e ganham-se eleições. É essa a regra do jogo. Mas – como sempre disse também - só é vencido quem desiste de lutar. Eu, como mais uma vez demonstrei, não desisto de lutar.O meu empenhamento cívico ao serviço de Portugal e dos Portugueses será total como sempre foi.
Mário Soares
Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Rumo à vitória!

O ambiente eufórico que se vive dentro da caravana do MASP3 contagia tudo e todos, não deixando ninguém indiferente à sua passagem.
Ontem à noite em Viana o Teatro Sà de Miranda foi pequeno de mais para todos os que queriam dar o seu apoio a Soares, tendo largas dezenas de pessoas ficado à porta por não caber nem mais uma pessoa no interior do Teatro! O Príncipe dos socialistas discursou para uma plateia eufórica, deixando mais uma vez bem claro que "é obrigatório dar condições para que o Governo governe quatro anos e seja julgado pelos portugueses no final do seu mandato. (...) Comigo em Belém haverá estabilidade política e serão pelo menos minimizados os conflitos sociais. Mas, se acrescentarmos à actual crise financeira, uma crise social e uma crise institucional e política, isso será um crime para Portugal".
Terça-feira, Janeiro 17, 2006
MASP3 invade Cavaquistão

Conhecido como "Cavaquistão", o concelho de Viseu deixou no ar a mensagem de que também aqui Soares recolherá um forte apoio no dia 22.
Já hoje o candidato visitou da parte da manhã os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, onde contactou com as centenas de operários que aqui trabalham. Questionado por um operário sobre se Cavaco ainda lhe tiraria o sono, Soares respondeu que "só a vocês (operários) é que Cavaco deverá tirar o sono!"
Domingo, Janeiro 15, 2006
Diário de Campanha

No seio da candidatura o optimismo é total! Todos os dias a confiança cresce e alimenta a sede de vitória dos soaristas, que por onde passam recebem mensagens de incentivo e esperança na vitória final!
Sexta-feira à noite Mário Soares foi recebido por três mil pessoas no jantar-comício no Pavilhão da ACIC em Coimbra, o que motivou o desabafo de Mário Soares: "Coimbra percebeu primeiro do que o resto do país que eu vou ganhar este combate eleitoral!". “Coimbra é uma grande lição do espírito de luta que vamos ter até ao dia das eleições”, afirmou Jorge Coelho ao manifestar confiança na vitória de Mário Soares. Num jantar replecto de emoções o mandatário jovem concelhio, Gonçalo Oliveira, lembrou a imperiosa necessidade na vitória de Mário Soares para o futuro dos jovens portugueses e pediu ao candidato: "Ajude-nos a construir o nosso futuro!"
A força que Coimbra deu ao candidato contagiou o resto do país, levando a que no sábado Mário Soares fosse, de novo, engolido por uma multidão no Coliseu do Porto. Mais de três mil pessoas receberam o candidato na "cidade invicta" dando mostras que a vitória final está apenas à distância de alguns dias! Emocionado pela recepção que lhe foi dispensada, Mário Soares acentuou que a convicção na vitória, antes de apelar à ida às urnas contra a abstenção.
Já hoje, em Vila Real, o candidato foi recebido com grande entusiasmo pelos transmontanos que encheram por completo o Teatro Municipal! Apesar do forte nevão que se fez sentir na zona, e que levou ao cancelamento almoço-comício em Bragança, o MASP mostrou (mais uma vez!) a sua força! O candidato presidencial manifestou-se "chocado" com a existência de dois milhões de pobres em Portugal, acusando que "os últimos anos de governos da direita foram de catástrofe", concluindo que "Não foi para isto que se fez o 25 de Abril!".
Sexta-feira, Janeiro 13, 2006
Votarei em Portugal!

João André Tralhão
Quinta-feira, Janeiro 12, 2006
Conseguiram enganar o povo!

O episódio espelha bem o que a campanha orquestrada pela direita acabou por conseguir: baralhar os portugueses. Confusos, julgam que o Presidente tem poderes executivos e que terá uma palavra a dizer na gestão política do País. Conseguiram enganar o povo e com isso, desonestamente, capitalizar uma série de (prováveis) votos.
A imagem de D. Sebastião acabou por vingar e muitos portugueses votarão enganados! Há quem tenha orgulho nisto e há quem seja politicamente honesto! Soares tem alertado todos relembrando os verdadeiros poderes da magistratura da Presidência, mas o povo (embriagado com mensagens de salvação nacional!) não ouve!
Esperemos que o tempo que resta até ao dia 22 seja suficiente para alterar o rumo aos acontecimentos.... por uma quetão de honestidade e sinceridade política!
Quarta-feira, Janeiro 11, 2006
Vingança?

Para variar, Cavaco disse que estas declarações... "não merecem qualquer comentário"!
Terça-feira, Janeiro 10, 2006
Incentivo ao Arrendamento por Jovens

O Decreto-Lei nº 162/92 de 5 de Agosto que visa a instituição de um apoio financeiro destinado a jovens arrendatários, designado por incentivo ao arrendamento por jovens (IAJ), a aplicar em moldes idênticos aos do Decreto-Lei nº 328-B/86 de 30 de Setembro, é no nosso entender pouco eficaz ou até mesmo inapto para a realidade social da vida dos jovens portugueses.
O (Ante) Projecto de Lei que se propõe agilizar o IAJ tem como nota mais marcante a alteração da alínea b) do artigo 6ª e o aditamento do artigo 6º-A, ambos relativos à atribuição do referido incentivo. Não faz qualquer sentido que somente após um ano de actividade profissional se possa usufruir do IAJ. Os problemas e circunstâncias envolvidas pelo início de vida no mercado de trabalho são certamente mais carentes de auxílio no primeiro ano. Compete ao Estado, nesta matéria, intervir activamente de forma a incentivar os jovens, no início da sua actividade, a adquirirem uma base de sustentabilidade económica que contribua para a sua emancipação.
Após discussão, o Secretariado da Concelhia de Coimbra deliberou apresentar ao Secretariado Nacional da JS, de forma contributiva, as seguintes propostas, para que possam integrar a proposta que a estrutura nacional irá apresentar na Assembleia da República:
- O nº2 do artigo 5º consagra uma excepção ao limite de cinco anos previsto no número anterior. Porém, o critério que fundamenta tal excepção é, para nós, excessivamente discricionário. A “precariedade laboral” apresenta-se aqui como um conceito indeterminado de pendor subjectivista. Em nome da igualdade material e segurança jurídicas, consideramos que se deva limitar o sentido deste artigo tornando-o mais unívoco e justo. Em nosso entender, os factos que estiveram na origem da atribuição do incentivo é que devem relevar para a concessão do mesmo. Pelo exposto, propomos a seguinte redacção para o nº 2 do artigo 5º: “ O limite previste no número anterior não se aplicará em virtude do rendimento anual bruto ter reduzido, não ter sofrido alterações ou, o aumento do mesmo seja inferior à inflação”;
- A diferenciação das Candidaturas em virtude de se encontrarem em Zonas Metropolitanas é, do nosso ponto de vista, um factor que potencia ainda mais a centralização. Por este facto, e com base na diferenciação material positiva, entendemos que este aspecto não deve ser tomado em conta para a atribuição do incentivo;
- Limitar o recurso a este Incentivo a quem tenha, isoladamente, menos de 30 anos parece-nos limitativo e pouco justo, face à conjuntura que enfrentamos. Fundamentamos tal afirmação nos mesmos motivos que levaram a alteração da alínea b) do artigo 6º e do aditamento do artigo 6º-A. Hoje em dia, as exigências académicas de alguns cursos e os estágios obrigatórios não remunerados dos mesmos implicam uma tardia integração no mercado do trabalho. A realidade social actual é hostil a muitos jovens recém-licenciados, que acabam por entrar no verdadeiro mercado de trabalho, não raras as vezes, muito perto dos 30 anos, isto é, muito próximo da idade limite do IAJ.
Achamos, por tudo isto, que este aspecto também deveria ser levado em linha de conta nesta Revisão. O alargamento da idade limite do IAJ é fundamental para que este instrumento esteja realmente ao serviço da generalidade dos jovens portugueses do e no século XXI. Deste modo propomos que o limite de idade seja ampliado eventualmente até aos 32 ou 34 anos.
Segunda-feira, Janeiro 09, 2006
Sexta-feira, Janeiro 06, 2006
Quinta-feira, Janeiro 05, 2006
Os Jardins da Solum!



O Presidente da CMC entendeu, por bem, que no meio de tanto cimento sufocante deveriam surgir pequenos laivos de verdura, como que para descongestionar a vista, e decidiu presentar-nos com umas amostras de jardim, de finalidade desconhecida.





