Domingo, Junho 28, 2009

Núcleo de Estudantes Socialistas da Universidade de Coimbra (NESUC) ao lado do Governo nas medidas tomadas para a Acção Social no Ensino Superior

No debate quinzenal da Assembleia da República, José Sócrates reflectiu e decidiu agir sobre os apoios aos estudante do ensino superior. Neste âmbito, o Governo do PS colocou em evidência os dados optimistas de frequência do Ensino Superior e formalizou a apresentação de propostas de apoio efectivo aos estudantes ao nível da Acção Social.

Assim, é de denotar o maior aumento da década na taxa de ingresso no Ensino Superior, conseguindo o nosso país alcançar 115 mil novos estudantes, bem como melhorar os valores ao nível dos doutoramentos (1500 novos doutoramentos) e da qualificação do corpo docente (65% são doutores e há duas vezes mais investigadores).

O reforço orçamental na área da Acção Social era já uma realidade nos 4 anos de governação PS, com os 21% de aumento para esta parcela fundamental do ensino Superior. Porém, o Primeiro Ministro, consciente das dificuldades implicadas por esta profunda crise mundial, veio reforçar as medidas já existentes com a apresentação de propostas de aumento de 10% das bolsas para todos os estudantes, sendo que, no que aos estudantes deslocados concerne, o aumento fixa-se nos 15%, podendo a sua bolsa alcançar, ainda, os 700€.

A manutenção dos preços da alimentação e alojamento social foi também ressalvada, uma vez que se trata de uma importante medida de manutenção das condições de vida dos estudantes. Ainda, a meio do debate foi também garantido, por parte do governo, que os pagamentos de bolsas não se encontram em atraso, e, caso existam, serão pagos imediatamente.

Foi com alguma surpresa - sabendo nós da profunda crise que assola o Mundo e das dificuldades económicas e orçamentais que esta comporta- que o governo reafirmou mais propostas de apoio ao Ensino Superior, revelando a importância deste para o verdadeiro virar de página que o País e o Mundo necessitam com premência.
Desta forma, e indo ao encontro de medidas há muito pensadas pela JS, Sócrates redefiniu o aumento da idade de beneficio do Passe escolar, passando este para os 23 anos, medida com consequência directa no bolso dos estudantes e dinamizadora do usufruto dos transportes públicos, reforçando as condições de vida dos alunos e do real funcionamento das cidades. É nesta linha de orientação estratégica que se pode inserir outra das propostas do Governo, que se centra na criação de um Programa de apoio e cooperação com as Autarquias, tendo em vista o aumento de vagas em alojamento social para os estudantes com o investimento na renovação de habitação de zonas históricas, com o duplo carácter de rejuvenescimento desses locais e óbvio apoio à habitação social.

Por fim, mas não menos importante, a aposta na mobilidade internacional com uma medida que nos coloca no bom caminho para o tão desejado aumento exponencial do número de aderentes ao programa ERASMUS: o aumento de 50% das bolsas para estudantes incluídos neste programa, assegurando, ainda, a manutenção da bolsa social nacional de quem for beneficiário desta.

As medidas são, portanto, realistas e encorajadoras para os estudantes do Ensino Superior. Contudo, é importante referir que as mais-valias são dos estudantes e não de partidarismos circunstanciais e populistas de direita, que hoje, com a hipótese de discutirem Ensino Superior, preferiram discutir cargos e demissões (que já haviam sido renomeados) ou investimentos de empresas nos media televisivos. A estes “aparelhistas” partidários deve ter sido sol de pouca dura as suas passagens e preocupações pelo associativismo estudantil. Quanto à esquerda, mais do mesmo, um seguidismo insustentável da ideia de ensino superior gratuito, sabendo da pequena fatia que tem as propinas no bolo do financiamento do Ensino Superior, e esquecendo os mil milhões que o estado investe nesta área, e convocando a ideia de que o dinheiro nasce do chão e que se pode investir, nas empresas, na saúde, na educação, na agricultura, etc... com todo o dinheiro do mundo e de todas as formas possíveis...Queremos sempre mais, mas a gula da oposição não seria uma mera diabete orçamental e sim uma morte certa do Estado Social e de Direito que pretendemos.

Se não houve quem quisesse admitir a qualidade e importância destas medidas,NÒS QUEREMOS! E assim, num espirito simples e irreverente, hoje podemos dizer ao governo e a José Sócrates que, no quadro económico em que estamos, o esforço e o investimento assegurado é...fixe... é bué da fixe.

Quinta-feira, Junho 18, 2009

JS/Olivais exige redenção pública de Francisco Andrade

Em reacção ao insólito acontecimento do passado dia 12 no cemitério dos Olivais que motivaram as recentes declarações do Presidente da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais, Francisco Andrade, o Núcleo da JS/Olivais manifesta-se solidário com a família desprezada por Francisco Andrade, em mais um dos seus actos de insanidade política, agravado desta vez por uma tentativa desumana de “comprar horas de sofrimento” à família enlutada.
O desespero imoral do líder do executivo freguesio é duplamente reprovável, em primeiro lugar, pela incoerente desresponsabilização argumentada na entrevista de ontem, quando no dia 13 do presente mês, Francisco Andrade assumira o “lapso” da junta de freguesia no acontecimento ocorrido. Em segundo lugar, é lamentável o calculismo eleitoral do autarca do PSD quando “aponta o dedo” á agência funerária Lopes para tentar sair imaculado deste episódio de negligência política, inibido pela proximidade das eleições autárquicas. Carlos Martins, coordenador do núcleo da Juventude Socialista dos Olivais, acusa Francisco Andrade de estar a tentar “lavar as mãos no sofrimento derramado” e acrescenta que “nenhum autarca deste país tem autoridade política ou (i)moral para determinar o local de descanso eterno das pessoas em função da sua freguesia de recenseamento, “é uma prática discriminatória a que nenhuma família pode estar sujeita e um mau exemplo de serviço público”.
A JS/Olivais encoraja todos os cidadãos residentes na freguesia, pertencentes à faixa etária da terceira idade, a obterem garantias junto de Francisco Andrade de que não vão ser “extraditadas” de freguesia depois de falecerem, exigindo uma continuidade intemporal da política de “assistência” á terceira idade protagonizada pelo actual presidente da junta de freguesia do PSD.
Desta forma, a JS/Olivais exige um pedido de desculpas público á família Cortez por parte de Francisco Andrade, de forma a minimizar a dor causada nos familiares pela incompetência da junta de freguesia e consequente mediatização deste episódio que apenas prolonga o sofrimento dos seus entes mais queridos.

Sexta-feira, Junho 12, 2009

Casamento e Adopção Homossexual




Como refere o artigo 36º da Constituição da República Portuguesa, que na hierarquia das leis nacionais (ainda) ocupa a função de base a partir da qual todas as leis se promulgam e são inferidas, “ todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade”. Este pensamento espelha verdadeiramente uma das bases de qualquer instituição democrática: a liberdade de expressão, direito inalienável a qualquer cidadão, num estado social e de direito. Claro que há ainda quem olhe esta questão com o olhar reprovador de um conservador, por mais moderado que seja. É, não obstante os imperativos da moralidade social e democrática, natural que se olhe a relação entre pessoas do mesmo sexo com maus olhos, com algum repúdio até, mas não nos esqueçamos do fenómeno também ele inerente à condição humana que é a evolução. Evolução essa que, através da acção de nomes como Copérnico, Galileu, Einstein e Martin Luther King (entre muitos outros), possibilitou que o Homem chegasse à Lua, desvendasse a constituição do átomo e pusesse um termo (relativo) à escravatura e à discriminação racial. Todo o raciocínio que envolva atribuir um direito reivindicado pelo homem que se associe à sua vida privada e à sua liberdade de expressão, desde a de comunicação à sexual, assenta no paradigma das liberdades individuais. Na actualidade começou, por fim, a discussão final desta questão, tão vincada de susceptibilidades. A pergunta que temos que fazer a nós mesmos, para podermos argumentar de um ponto de vista progressista é a seguinte: “Será que o casamento e adopção homossexuais são liberdades que podem ser democraticamente reconhecidas, sem prejudicarem o funcionamento da sociedade num estado de Direito?” Vamos, portanto, dividir o problema em partes. Adereçando, em primeira instância, o problema que, na minha visão, é mais fácil e consensual dos dois, podemos afirmar, muito sucintamente, que o casamento homossexual é uma liberdade absolutamente individual que não implica ataques ao livre funcionamento da sociedade: é um direito que apenas se trata da possibilidade que um casal homossexual se unir para toda a vida numa relação amorosa, à semelhança de um heterossexual, como estipulado na constituição. Neste ponto, as posições mais conservadoras sustentam que, se o casamento se destina à reprodução e à prevalência da espécie, isto não fará particular sentido. Essa posição só pode ser rotulada, por um pensamento racional, de retrógrada, comparando o Homem aos animais, que se juntam e copulam para perpetuar a sua espécie. Até é catolicamente refutável: embora Deus tenha dito “Crescei e multiplicai-vos”, Jesus Cristo seu filho, o “Deus Encarnado”, proferiu o mandamento aglutinador de todos os outros, uma frase milenar e absolutamente “humana”, “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Não sendo católico por credo (já que a liberdade de escolha de religião é um direito há muito conseguido), admiro esta visão de Cristo. É que o homem não pode apenas satisfazer as suas necessidades naturais e viscerais, mas dar e receber amor. E é no Amor pela humanidade, no amor pela justiça social e no amor pela liberdade que tudo isto se funda. Não pretendendo ferir susceptibilidades, afirmo categoricamente que o casamento como forma única e exclusivamente de reprodução reduz o ser Humano à condição de animal irracional, qual cão ou cadela durante o período do cio. Resumindo esta primeira parte da questão inicial, e citando a declaração de intenções do Projecto de Lei da Juventude Socialista, “O casamento é uma instituição social, mas é também um instituto jurídico que, até hoje, só se pode estabelecer entre pessoas de sexo diferente, uma vez que assim foi definido pelo direito civil, reflectindo a mentalidade dominante à época. Assim, não podemos ignorar que a sociedade evolui na forma como interpreta e reconhece as mais variadas formas de convivência humana, nem devemos evitar a conformidade entre o Direito e a natural expressão da sociedade.”. Numa segunda e, de facto, mais dificilmente argumentável instância, deparamo-nos com a problemática da adopção por parte de casais homossexuais. Esta segunda parte da questão levanta outras “dificuldades” de aceitação social de várias ordens. A primeira das quais é o suposto “atentado” que isto pode significar contra a dita “família nuclear”, a família tradicional, suportada por um Pai e uma Mãe, que transmitiam à criança “estabilidade psico-sexual” no seio familiar. Esta concepção é cientificamente refutável: não só a família tradicional (a própria noção de casamento já adereçada) evoluiu muitíssimo desde a emancipação da mulher e da entrada da mulher no mundo do trabalho, mas podemos, com base na psicologia científica “mutilar” estas acepções. Psicólogos como Freud, Eriksson e Piaget afastaram a própria biologia da noção de “Mãe” e “Pai”, demonstrando que esta ocupa uma posição completamente emocional, e não fisiológica, embora, na generalidade, coincidam. Uma “Mãe” nada mais é que uma pessoa “adulta” que dispõe do seu tempo para dar apoio e suporte emocional a uma criança, proporcionando lhe as devidas condições de vida, segurança, educação e crescimento, baseada numa relação (a dita “relação precoce”) puramente amorosa. Quando perguntam se um Homem pode verdadeiramente substituir uma Mulher, a Psicologia responde com um simples caso concreto: no caso de pais divorciados, ou da morte de Mãe, o Pai muitas vezes desempenha a função maternal, providenciando esse amparo à criança, ou seja, basicamente sendo Mãe. Não querendo alargar-me muito mais neste primeiro estrato do problema, avanço para o seguinte, e mais complicado, que se trata das implicações que esta adopção pode trazer ao desenvolvimento da criança, e à sua integração na vida social. Este é, de facto, o maior problema no meio do progressivo reconhecimento social da adopção por casais homossexuais. Sustento contra a posição conservadora que é necessário consciencializar progressivamente a sociedade do facto de a evolução natural se ir sobrepondo às posições tradicionalistas ao longo dos séculos. Como tal, e perspectivando, com esperança, um futuro onde os casais homossexuais sejam livres de casar e formar família sem os olhares reprovadores da sociedade sobre eles, penso que é possível demonstrar às pessoas o quão fraco é o seu pensamento retrógrado. Onde há um querer há sempre um poder, e, assim como Luther King “teve um sonho”, assim como Che Guevara pediu “maturidade social” à ONU, assim como Simone de Beauvoir assumiu o papel interventivo que a mulher poderia ter na evolução da sociedade, como Harvey Milk lutou pelo reconhecimento social da comunidade homossexual, a revolução (ideológica) e a evolução se há-de impor ao conservadorismo exacerbado, romper as limitações sociais, e criar um mundo mais justo, mais fraterno e melhor “um centímetro de cada vez” (citando Al Pacino in “Any Given Sunday”). Por fim, é com orgulho que afirmo fazer parte de uma instituição política, a Juventude Socialista, que tem trabalhado acima de qualquer outra instituição política neste país para puxar os horizontes da compreensão social nestas matérias, e construir passo a passo esta evolução (tendo como exemplos o seu gtrabalho na área da educação, na implementação da educação sexual, na instigação ao trabalho e ao desenvolvimento das Associações Juvenis, e estando responsável por apresentar o projecto de lei que tratará a questão do alargamento do casamento a pessoas do mesmo sexo, entre outras). Assim, posso identificar a JS como um dos agentes desta construção social, na qual me enquadro ideologicamente, e enaltecer o seu papel na construção do tal “mundo melhor”, lembrando que, e finalizando, “Roma não se fez num dia”.




António Miguel Arnaut

Quarta-feira, Maio 27, 2009






João Cortesão é o novo secretário coordenador do núcleo da Juventude Socialista de São Martinho de Árvore. A apresentação teve lugar no largo de S. Sebastião e contou com a presença dos elementos do núcleo, de alguns militantes da JS e do Secretário Coordenador da Concelhia de Coimbra, Rui Duarte. Este núcleo foi criado, antes de mais, para demarcar a posição dos jovens de São Martinho de Árvore na cena política actual. Os objectivos do núcleo passam por levar os jovens desta freguesia às urnas no ciclo eleitoral que se avizinha, combatendo assim o abstencionismo jovem e mostrando que existem aspirações e preocupações, da parte dos nossos jovens, que tentarão ser colmatadas e vencidas através da sua participação na vida política, que se tem dito tão pouco activa. O núcleo pretende dar voz aos problemas que existem em São Martinho de Árvore, tais como: a ausência de um pelouro de juventude no actual executivo da freguesia, e a desvalorização da zona 'baixa' do Lugar de São Martinho de Árvore, que concentra a maior parte da população local, ao invés da zona 'alta', que tem sido alvo de bastantes investimentos, como o Campo Polidesportivo, e o futuro Centro de Dia da freguesia. É intenção dos jovens deste núcleo dar, portanto, um novo e vigoroso rumo à Freguesia de São Martinho de Árvore.

Quinta-feira, Maio 14, 2009

"JS avisa Luís Providência"

A concelhia de Coimbra da Juventude Socialista notificou hoje o Vereador Luís Providência, responsável pelo pelouro da Juventude na Câmara Municipal de Coimbra, com o envio, por correio, do estatuto jurídico que regula o funcionamento e a implementação dos Conselhos Municipais de Juventude em todos os municípios do país. “Conforme publicado em Diário da República, a Lei n.º 8/2009 de 18 de Fevereiro de 2009, iniciativa legislativa da Juventude Socialista, obriga todas as autarquias a constituir um Conselho Municipal de Juventude num prazo máximo de seis meses, estando por isso a Câmara Municipal de Coimbra a 3 meses e meio do prazo estipulado por lei, sem ter ainda contactado nenhuma das cerca de 70 associações RNAJ do concelho”, afirmou Rui Duarte. “Protegendo a saúde da Democracia participativa local e defendendo a sustentabilidade do associativismo no concelho, a JS avisa o vereador Luís Providência do carácter obrigatório dos Conselhos Municipais de Juventude, não havendo mais espaço, nesta matéria, para atitudes de desprezo em relação aos jovens dirigentes associativos de Coimbra. Sabemos que é uma lei incómoda para a actual maioria PSD/CDS-PP do executivo camarário, pois as associações juvenis passam a emitir pareceres sobre as opções de investimento da autarquia, e isso torna-se inconveniente para o candidato do PSD Carlos Encarnação num ano de eleições autárquicas. No entanto, como diz a propaganda da sua líder, Manuela Ferreira Leite, é preciso praticar uma política de verdade e menos eleitoralista. Porque suspeitamos que a autarquia quer boicotar esta iniciativa, á luz do que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português pretendiam quando votaram contra este diploma na Assembleia da República, a concelhia da JS/Coimbra não só está disponível para colmatar a ignorância política deste vereador, como assumirá uma atitude vigilante na contagem decrescente para a reunião com as associações juvenis e consequente formação do CMJ A concelhia de Coimbra da Juventude Socialista notificou hoje o Vereador Luís Providência, responsável pelo pelouro da Juventude na Câmara Municipal de Coimbra, com o envio, por correio, do estatuto jurídico que regula o funcionamento e a implementação dos Conselhos Municipais de Juventude em todos os municípios do país. “Conforme publicado em Diário da República, a Lei n.º 8/2009 de 18 de Fevereiro de 2009, iniciativa legislativa da Juventude Socialista, obriga todas as autarquias a constituir um Conselho Municipal de Juventude num prazo máximo de seis meses, estando por isso a Câmara Municipal de Coimbra a 3 meses e meio do prazo estipulado por lei, sem ter ainda contactado nenhuma das cerca de 70 associações RNAJ do concelho”, afirmou Rui Duarte. “Protegendo a saúde da Democracia participativa local e defendendo a sustentabilidade do associativismo no concelho, a JS avisa o vereador Luís Providência do carácter obrigatório dos Conselhos Municipais de Juventude, não havendo mais espaço, nesta matéria, para atitudes de desprezo em relação aos jovens dirigentes associativos de Coimbra. Sabemos que é uma lei incómoda para a actual maioria PSD/CDS-PP do executivo camarário, pois as associações juvenis passam a emitir pareceres sobre as opções de investimento da autarquia, e isso torna-se inconveniente para o candidato do PSD Carlos Encarnação num ano de eleições autárquicas. No entanto, como diz a propaganda da sua líder, Manuela Ferreira Leite, é preciso praticar uma política de verdade e menos eleitoralista. Porque suspeitamos que a autarquia quer boicotar esta iniciativa, á luz do que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português pretendiam quando votaram contra este diploma na Assembleia da República, a concelhia da JS/Coimbra não só está disponível para colmatar a ignorância política deste vereador, como assumirá uma atitude vigilante na contagem decrescente para a reunião com as associações juvenis e consequente formação do CMJ.

Quarta-feira, Abril 22, 2009

Portugal a Preto e Branco

"O Portugal de Manuela Ferreira Leite"




Terça-feira, Abril 14, 2009

JS/OLIVAIS tem novo coordenador

Carlos Martins é o novo secretário coordenador do núcleo da Juventude Socialista de Sto.António dos Olivais. A apresentação decorreu anteontem e contou com as presenças do presidente da concelhia de Coimbra da JS, Rui Duarte, e do secretário-coordenador da secção do PS dos Olivais, Luís Ramos. Na sua intervenção, Carlos Martins comprometeu-se a monitorizar e investigar o apoio da junta de freguesia às associações juvenis, denunciando o "crescente desinvestimento local" nas políticas de juventude. "Prova disso é a inexistência de um pelouro de Juventude no executivo da freguesia, à semelhança da ignorância política do vereador Luís Providência". As críticas foram directas à acção política do presidente da junta, Francisco Andrade, "que apenas se concentra nos seus níveis de popularidade para as eleições, mantendo uma política que em nada beneficia os jovens".
Também Rui Duarte acentuou que é dever da JS vocacionar a sua acção para os jovens conimbricenses das 31 freguesias do concelho, e não dispersar atenções com assuntos alheios à cidade. Por seu turno, Luís Ramos reforçou a importância das próximas eleições europeias para a cidade, tendo em conta que o cabeça de lista do PS é um residente na freguesia dos Olivais, mas não esqueceu a relevância das autárquicas, salientando que o trabalho dos últimos dois anos, "em sintonia com a JS, resulta agora em propostas bem definidas para a freguesia, assim como, os protagonistas que as apresentarão.



in "Diário As Beiras, 10-04-2008"

"Câmara é um centro de estética"

UMA NOVA LINHA de cosmética política, da marca "Por Coimbra", foi ontem apresentada à população pela Comissão Política Concelhia da Juventude Socialista (JS). Na tenda, colocada estrategicamente junto à porta principal da autarquia, foram mostrados alguns dos produtos que a juventude partidária entende serem importantes para "limparem a poeira dos olhos dos conimbricenses". Nesse conjunto de produtos, realce para o corrector de olhos "Festyjovem 09", o qual segundo a JS serve para "corrigir a ausência de políticas de juventude e encher o olho à opinião pública". Rui Duarte, secretário coordenador desta juventude partidária, referiu que a Festyjovem mais não foi do que um aproveitamento da autarquia de um conjunto de iniciativas levadas a efeito por diversas entidades. "As pessoas têm de começar a comer menos mentiras", afirmou. A base dacial "12,5", que serve para "disfarçar a má gestão de dinheiros públicos com o recente empréstimo de 12,5 milhões de euros", foi outro dos produtos colocados à disposição dos conimbricenses pela JS. "Verba que servirá para tapar buracos, ou seja, corrigir as derrapagens orçamentais da actual gestão", frisou. O anti-rugas "Coimbra Viva", o rimel "Forum/Dolce Vita" e o batom "Mário Nunes" são outros dos três produtos que fazem parte da linha de cosmética da coligação e que mais não é do que uma "cosmética retórica".
Nesta iniciativa, os jovens socialistas não esquecem o blush "Parque Verde". Um produto que, de acordo com Rui Duarte, tem sido bastante utilizado pela actual maioria como um meio de "alaranjar" as obras socialistas do programa Polis. O secretário coordenador entende que todos estes produtos de maquilhagem servem de máscara a uma maioria que "não fez nada de palpável e substancial para a cidade". A completa ausência de soluções para fixar os jovens no concelho foi um dos exemplos citados por Rui Duarte. O próprio CoimbraiParque, que segundo o presidente Carlos Encarnação é uma obra essencial para a cidade, é visto com algumas dúvidas pelo jota. "Neste momento, temos apenas um terreno com muitos hectares em vazio. Vamos ver se as empresas correspondem a uma área megalómana. Mas se corresponderem, estamos perante um bom projecto", afirmou.
in "Diário As Beiras , 08-04-2008"

Quarta-feira, Abril 01, 2009

"S. Martinho deve ser tratada como centro urbano"


"A Freguesia de S. Martinho do Bispo “tem que ser vista como um centro urbano, tem que ser tratada como cidade, tem que ser gerida com visão estratégica, de quem tem capacidade técnica e experiência, para que S. Martinho do Bispo possa ultrapassar esta fase difícil da sua crise de crescimento". A conclusão é da Comissão Política Concelhia de Coimbra do Partido Socialista que, neste sábado, visitou a segunda maior freguesia do concelho. Numa visita denominada "Jornadas de Freguesia", os dirigentes socialistas visitaram as instalações da Casa dos Pobres, onde foram recebidos pelo presidente Aníbal Duarte de Almeida. Após uma prologada visita, "foi sublinhada a importância e o apoio que merece de toda a sociedade, esta instituição que se prepara para dar em melhores condições, conforto e tratamento humanizado aos utentes”, em instalações de grande dignidade, assumindo Henrique Fernandes e os socialistas de S. Martinho do Bispo, todo o empenho para apoiar esta instituição da cidade.
A comitiva esteve de seguida no local onde será construído o Centro Sócio-Cultural e Polivalente de S. Martinho do Bispo, cuja adjudicação das obras está para breve. Amável Baptista, dirigente daquela instituição, referiu que o centro terá como valências berçário, creche e apoio domiciliário.
A comitiva encontrou-se ainda no Casal da Bemposta, para aí “constatar o facto de haver locais da freguesia que ainda não são servidos de saneamento básico”.
As jornadas culminaram com uma sessão na Escola EB 1 de S. Martinho do Bispo. Perante as dezenas de participantes, foram debatidas as questões essenciais para o desenvolvimento de uma freguesia como a de S. Martinho do Bispo, com novas realidades urbanas, face à existência dos estabelecimentos de ensino superior e ao aumento de população.
Aproveitando as Jornadas de Freguesia, a Juventude Socialista deu posse à nova líder da estrutura em S. Martinho do Bispo. A nova líder da JS em S. Martinho do Bispo é Inês Marques, estudante do 4º ano de Bioquímica, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. No seu discurso de posse, sentiu-se orgulhosa por liderar uma estrutura que conta com duas centenas e meia de jovens filiados numa freguesia cada vez com mais juventude no seu dia-a-dia, o que existe respostas dos vários poderes, compatíveis com esta nova realidade.”


in "Diário As Beiras"

Terça-feira, Março 31, 2009

Quem quer ser Presidente da DG/AAC?