Sexta-feira, Outubro 27, 2006

Reforço de verbas para a Acção Social Escolar


A Juventude Socialista manifesta a sua satisfação pelo reforço de verbas destinada à Acção Social Escolar, com especial relevo para o aumento das verbas para acção social escolar directa (bolsas de estudo) em cerca de 10%, relativamente ao ano passado. Este aumento assume especial relevo numa época de contenção de despesas por parte do Estado.

Congratulamo-nos pelo facto do aumento de verbas, para o sector do Ensino Superior, ter privilegiado a acção social escolar. Esta é uma marca importante de um governo com sensibilidade social que pretende, desta forma, aumentar a igualdade de oportunidades no acesso e frequência do ensino superior. A este respeito é de salientar que os alunos que frequentarão o 2º ciclo do ensino superior também beneficiarão da acção social escolar.

A Juventude Socialista está, pois, agradada com o investimento feito pelo MCTES em matéria de acção social escolar reivindicação de sempre dos estudantes do Ensino Superior, o que denota o excelente trabalho e relacionamento que se atingiu no sector entre os parceiros sociais.
A Juventude Socialista acompanha, ainda, o MCTES no seu esforço pela racionalização das despesas de funcionamento em total consonância, aliás, com o esforço do Governo pela contenção da despesa pública. Este orçamento é uma oportunidade para a reestruturação do ensino superior e para o aumento da eficiência na utilização das transferências do Estado.

Ora, apesar da diminuição residual no orçamento de funcionamento (3,9%) o Estado irá assumir directamente despesas que até à data eram da responsabilidade das Universidades e Politécnicos. É, ainda, de aplaudir o esforço do Governo no aumento em 95,7% para a Ciência e Tecnologia, factor indispensável para o crescimento e desenvolvimento económico de Portugal. A juventude portuguesa sabe bem que as suas oportunidades de emprego só aumentarão com uma economia assente em sectores tecnologicamente avançados e dependentes de mão-de-obra qualificada.

A Juventude Socialista está, pois, agradada com o investimento feito pelo MCTES em matéria de acção social escolar reivindicação de sempre dos estudantes do Ensino Superior, o que denota o excelente trabalho e relacionamento que se atingiu no sector entre os parceiros sociais.

A Juventude Socialista acompanha, ainda, o MCTES no seu esforço pela racionalização das despesas de funcionamento em total consonância, aliás, com o esforço do Governo pela contenção da despesa pública. Este orçamento é uma oportunidade para a reestruturação do ensino superior e para o aumento da eficiência na utilização das transferências do Estado. A JS refere, ainda, que apesar da diminuição residual no orçamento de funcionamento (3,9%) o Estado irá assumir directamente despesas que até à data eram da responsabilidade das Universidades e Politécnicos.

A JS aplaude ainda o esforço do Governo no aumento em 95,7% para a Ciência e Tecnologia, factor indispensável para o crescimento e desenvolvimento económico de Portugal. A juventude portuguesa sabe bem que as suas oportunidades de emprego só aumentarão com uma economia assente em sectores tecnologicamente avançados e dependentes de mão-de-obra qualificada.

Quarta-feira, Outubro 25, 2006

Políticas de Juventude


Esta sexta-feira, dia 27 de Outubro, pelas 21h 30m no auditório do Instituto Português da Juventude, a Concelhia de Coimbra do Partido Socialista promoverá um debate subordinado ao tema "Políticas de Juventude" e que contará com a presença de Laurentino Dias (Secretário de Estado da Juventude e Desporto), João Portugal (Deputado da Nação e Presidente da Federação de Coimbra da Juventude Socialista) e Marcos Andrade (Coordenador da Dimensão de Juventude do Centro Norte-Sul do Conselho da Europa).

Participa!

Segunda-feira, Outubro 23, 2006

Agora é tarde, Dr. Maló...


Quando as coisas são por demais evidentes, só não vê quem não quer. Diz o povo que "pior que um cego é aquele que não quer ver". Ponto assente.

Por outro lado, há-os que, teimosamente, assobiam para o lado e pintam com cores o que na realidade é bem cinzento (escurão!).

Ora, quando o barco começa a afundar (porta-aviões incluídos!) "é o salve-se quem puder". Destafeita, e ao contrário do que é comum, o Capitão (ou Almirante para os amigos) é o primeiro a abandonar o barco.

O Dr. Maló de Abreu, líder da bancada da coligação PSD-CDS/PP na Assembleia Municipal, anuncia agora que "desde há algum tempo que [tem] sérias dúvidas sobre a gestão executiva dos SMTUC – como de outros serviços e empresas" camarárias, afirmando mesmo que "não [tem] dúvidas em afirmar que estamos perante uma gestão fundadamente incapaz e inábil, para não lhe chamar outra coisa."

Bom, das duas três. Ou o Dr. Maló de Abreu já tem bilhete para o mesmo comboio onde vai Pina Prata, Teresa Violante e José Eduardo Simões. Ou o Dr. Maló de Abreu está de dedo no ar, avisando que também não quer ir para Bruxelas. Ou é pura manobra (militar) de diversão, cegando os incrédulos com a luz da falsa honestidade.

Não adianta, Dr. Maló. Já é tarde. A contagem decrescente começou!

Sábado, Outubro 21, 2006

Interrupção Voluntária da Gravidez


PS, PSD e BE aprovaram, esta quinta-feira, uma proposta de referendo sobre o aborto, num debate em que a bancada social-democrata esteve quase ausente, sem fazer qualquer pergunta nem responder às críticas que lhe foram dirigidas.
A solução de manter a actual lei, que considera o aborto um crime punível com pena de prisão até três anos, mas impedir o julgamento das mulheres, defendida nos últimos tempos por vários dirigentes do PSD e do CDS-PP, não teve voz no debate, apesar de ter sido contestada em várias intervenções, que não obtiveram réplica.

O debate durou menos de duas horas e encerrou, antes de ser aprovada a proposta de referendo, com quatro intervenções seguidas do PS, sendo uma da autoria do Secretário-Geral da Js, Pedro Nuno Santos .

Pedro Nuno, defendeu que o principal objectivo do PS e da JS é terminar "com as investigações, com os interrogatórios, com os julgamentos e com as condenações das mulheres que interropem a sua gravidez", apontando que quem ainda concordar com tudo isto, no dia do referendo, "votará não, quem não concordar votará SIM"!´

De facto, é preciso relembrar que o que aqui se trata é de despenalização e não de legalização! A diferença é grande e tem de ser sublinhada. Não se faz a apologia do aborto nem se incentiva a sua prática! Há que desmistificar este etigma da direita. Ao que o PS e a JS querem colocar um definitivo ponto final é na hipocrsia que o nosso sitema penal continua a promover, permitindo que as mulheres sejam violentamente julgadas e condenadas.

Clica aqui aqui para poderes recordar a intervenção do camarada Pedro Nuno

Domingo, Outubro 08, 2006

Maldades feitas


Manuel Machado. "A pedra na engrenagem" diziam. O mal dos pecados de Coimbra.

Carlos Encarnação. O Salvador. Iluminado por um qualquer Deus, vinha a Coimbra para nos mostrar a luz. A luz do desenvolvimento, da modernidade, da inovação, etc, etc, etc....

Cansado de criticar o seu antecessor (e porque a corda também tem fim) virou-se agora para José Sócrates.

Da pesada herança socialista faz a sua sala de visitas, enquanto esconde as dívidas (que crescem diariamente) no quarto dos fundos, porque Teixeira dos Santos não o deixa endividar-se ainda mais...
O Metro Mondego não aparece, porque Sócrates não quer...
O Pediátrico meteu água e as obras tiveram de ser interrompidas, por causa do PIDDAC...
As empresas em Coimbra continuam a fugir para outros concelhos, porque o Governo não as incentiva a ficar...
A Co-Incineração é para avançar, porque Sócrates quer mal a Coimbra...

Resumindo. É só maldades que fazem ao nosso Presidente da Câmara. Não o deixam governar. E ele que queria tanto demonstrar que o Manuel Machado era culpado...

Atente-se na actualidade, nomeadamente no facto de o Governo - mais uma vez esse malvado! - não ter concedido o apoio suficiente a Coimbra, para que esta fosse a candidata nacional a Capital Europeia da Cultura.
À primeira vista poderiam até pensar que foi a Câmara de Coimbra que não soube preencher uma candidatura à altura do desafio, como o fez Guimarães. Mas não. Foi mesmo uma maldade premeditada, desta feita da autoria da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima.

Chega Sr. Presidente! Assuma-se! Seja humilde e assuma os seus erros! Coimbra afunda-se de dia para dia e o Senhor é o responsável. O único responsável!